Novos consumidores

Sempre fico observando como as pessoas lidam com o consumo. Certa vez, num restaurante de condomínio de luxo no interior de São Paulo, o comensal chegou com uma garrafa, presumivelmente de sua adega. Colocou-a na mesa e desfrutou dos pratos e da bebida, claro. No final da sua refeição, colocou a rolha e levou para casa. Vários amigos ainda ficaram na mesa e a conversa seguiu solta. Eles, evidentemente, pediram outro vinho.

Como qualificar esta situação? O vinho não é para compartilhar com os amigos?

Fiquei pensando sobre esse assunto nos dias seguintes.

É comum, também, que pessoas com poder aquisitivo acima da média não conheçam o sauternes, nem imaginem que prato deve acompanha-lo. Ou que confundam o vinho “suave” da região da Itália com um vinho doce.

E tem gente que acha que Alvarinho só tem em Portugal, esquecendo que a mesma uva também é elaborada na região de Rias Baixas, separadas apenas pelo rio Minho.

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