Estresse hídrico…

Varúa de Finca La Anita Merlot, Colheita 2007. Submeteu-se a estresse hídrico (¹) a partir de dezembro. 15 meses em barricas de 225 litros de carvalho francês novo, engarrafado sem filtrar. R$ 315,00

(¹) “A videira possui mecanismos fisiológicos de auto-regulação, direcionando suas reservas para vigor (crescimento vegetativo) ou frutificação (crescimento reprodutivo), de acordo com suas próprias necessidades (Keller et al., 2008). Geralmente se objetiva, em vitivinicultura, adotar estratégias de manejo para direcionar os recursos da planta visando a qualidade da produção, tal como acúmulo de precursores de fenóis, o que permitirá maior complexidade de sabor e aroma, além de maior expressão varietal (Deloire et al., 2002). Tipicamente, um vinho superior requer bagas de uva que tenham razão casca/suco alta, pois a maior parte dos fenóis extraíveis está na casca. A razão citada depende de se ter cachos com bagas de menor tamanho (Gurovich & Vergara, 2005).

O aumento da lâmina de água reduziu a qualidade do vinho quando a produtividade de parreiras irrigadas foi limitada por poda severa; no entanto, o abaixamento da qualidade do vinho sob ótimas condições de água no solo foi associado ao aumento no tamanho da baga (Freeman et al., 1980). Zyl & Weber (1977) demonstraram que a disponibilidade hídrica otimizada atrasou a maturação da baga, mas outros parâmetros de qualidade do fruto não foram afetados”.

Fonte: Revista Brasileira de Enghenharia Agrícola e Ambiental.

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