Alentejo

Vale a pena conhecer o Alentejo. É verdade que o Alentejo é luz, é sol inclemente, é secura, são planícies onduladas sem fim, sobreiros e azinheiras, vinho e azeite, açorda e ensopado de borrego, coentros e beldroegas, grandes vinhos modernos e antiquíssimos vinhos da talha; e gente, boa e hospitaleira. É tudo isso o Alentejo, mas é tanto mais do que isso, que só mergulhando nele a fundo, com tempo, poderemos usufruir das coisas, conhecer as pessoas e os lugares extraordinários que fazem dele uma das regiões portuguesas com mais carácter.

A planura sem fim, apelando à contemplação e à calma, as pequenas povoações carregadas de história (Marvão, Monsaraz, Avis, Crato), os grandes centros urbanos monumentais (Évora, Beja, Elvas, Portalegre), a deslumbrante costa atlântica semeada de praias, concorridas e populares umas, escondidas e discretas outras, as serras da Ossa, de Portel e de S. Mamede, os vales dos rios Guadiana e Sado e, agora, a nova paisagem líquida construída pelas águas retidas na barragem do Alqueva. E há as pastagens e as coutadas de caça, os campos de golfe, as rotas e provas de vinhos, os desportos náuticos, os percursos históricos.

Em terra de vinhas cultivadas por fenícios, gregos, romanos e, hoje, por grandes casas agrícolas e produtores que vêm afirmando a marca Alentejo entre os grandes vinhos portugueses, há uma das mais saborosas e originais tradições culinárias. Um mundo de sabores diferentes que exige, como tudo o resto no Alentejo, tempo para o perceber e apreciar.

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